2006-10-16

Mocuba - A rotunda

Posted by Picasa
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Fotografia por José Cavalheiro (Agosto, 2006)

2006-10-13

Gurué, as minas




Gurué: Minas – um flagelo ainda presente.

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Fotografias por José Cavalheiro (2006, Agosto)

Quelimane, a Mesquita



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Fotografias por José Cavalheiro, (Agosto, 2006)

2006-10-12

Quelimane, Agosto de 2006



Em Quelimane, porque os mosquitos espreitam, lá está o anúncio.

Na outra fotografia, um aspecto do movimento da cidade ao fim do dia.

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Fotografias por José Cavalheiro (Agosto, 2006)

2006-10-11

O Banco, a pobreza e a gente nova



Mais duas fotografias, de Mocuba.

Sobre a primeira, o Cavalheiro escreve que em Mocuba, a brancura da limpeza é uma constante apesar da pobreza geral. A segunda quase não precisa(va) de legenda: - Mocuba, rua principal: e chegou o Multibanco…
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Fotografias por José Cavalheiro (2006)

2006-10-06

Estalagem S. Cristóvão - II




Na falta de fotografias do Quartel (ou do Aquartelamento, como já me corrigiram), mais algumas fotos de um dos departamentos no exterior…, perdão da ex-Estalagem S. Cristóvão, em Mocuba.
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Fotografias por José Cavalheiro (Agosto, 2006)

Estalagem S. Cristóvão



Voltaremos a estas fotografias. Até porque aqui, no Bar e na Esplanada da então Estalagem S. Cristóvão, vivemos muito do tempo em que estivemos em Mocuba. Foram longas as conversas, bebemos muita cerveja.

Agora… O Cavalheiro (como nos disse, à guisa de legenda para a fotografia) tem na mão “A (única) Coca-Cola do bar, uma bebida fora do alcance de muita gente”.

Voltaremos a estas fotografias.
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Fotografias por José Cavalheiro (Agosto, 2006)

2006-10-04

Mocuba, 2006



Em cima, a sede do Governo Distrital. Em baixo, a Praça da Administração.

São mais duas imagens de Mocuba.


(Obs.: Clique sobre as fotografias.)
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Fotografias por José Cavalheiro (2006, Agosto).

Mocuba, o velho quartel


Mocuba, o velho quartel com novos inquilinos. Não pudemos entrar porque não trazíamos uma carta para mostrar ao comandante. “Nem pode tirar fotografias”, como se vê.

O Cavalheiro esteve em Moçambique e visitou (entre outros locais) Quelimane, Mocuba e Gurué. Trouxe dezenas de fotografias. Fotografias que ilustram uma viagem que foi também "um regresso ao passado".

Ao longo dos próximos dias, publicaremos todas as fotografias, acompanhadas pelas legendas que o Cavalheiro preparou.

Por opção pessoal, começamos por uma porta que todos nós (ex-militares do Comando de Agrupamento) lembramos…

(Obs.: Clique sobre a fotografia.)

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Fotografia por José Cavalheiro

2006-09-08

De Quelimane - mais uma vista aérea...


Mais uma vista aérea de Quelimane… A Câmara Municipal, o pavilhão do Benfica… A rua e a casa onde eu morava…
(Obs.: Clique sobre a fotografia.)

Quelimane, pela Marginal


Mais uma vez com a colaboração do Google Earth, outra fotografia de Quelimane – que dispensa legendas… Um troço da Marginal, a Piscina, o cruzamento da Riviera

2006-07-25

Sequência de um acidente, num dia bem passado...


Retomamos Óbidos para publicarmos mais algumas fotografias do Encontro que nos mobilizou para “Um dia bem passado…”, como escreveu o Barata da Rocha.

Admitimos, porém, que para a jovem protagonista desta série não foi só um dia bem passado… Um ligeiro acidente e a pronta intervenção do médico (Gunderson Marques) e do enfermeiro (Pata da Silva).

Atente-se que na ausência de outros recursos não se esqueceram dos métodos menos ortodoxos que na gíria militar se definiam por desenrascar…
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Fotografias por Barata da Rocha

2006-07-20

Uma maravilha da tecnologia


É uma maravilha da tecnologia.

Mas é, também, um pesadelo. Alguém nos espreita, permanentemente…

Fiquemo-nos pela maravilha. E passeemos por Quelimane, com a colaboração do Google Earth. Na imagem, o Cinema Águia, sem cobertura, abandonado…

2006-07-03

Alguns momentos de um dia bem passado!


De uma colecção que o Luiz Barata da Rocha reuniu no álbum “Alguns momentos de um dia bem passado” em Óbidos, publico (sem comentários à guisa de legenda) a primeira fotografia.

2006-06-21

Cinema Águia, em 2005.


Sobre o Cinema Águia, no post Quelimane – Cinema Águia” que publiquei em 06/05/18, escrevi que “Hoje, do Cinema Águia só restam as paredes exteriores”.

Hoje, proponho o visionamento do vídeo de Carlos Araújo que nos mostra aquela sala de espectáculos em 2005.

Ao amigo (desde Mocuba) Omar Rashid, eu só posso dizer que admito algumas razões para a ruína…

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Ilustração: Imagem recolhida em http://groups.msn.com/Quelimane/zambeziamarco95.msnw .

A Escrita de Anton


Por Duarte d’Oliveira

Foi no Coco, snack-bar no rés-do-chão do Hotel Chuabo, em Quelimane, que o Diniz me apresentou o seu irmão António. Numa espécie de troca de galhardetes porquanto eu apresentei-lhe o meu irmão Luís, que chegara à capital da Zambézia para completar o serviço militar depois de mais de um ano na região de Tete.

O meu irmão, quando se anunciou o Acordo de Lusaka, por ser o oficial mais antigo, assumiria temporariamente o comando do destacamento (em Quelimane) em virtude do respectivo comandante (um oficial miliciano) se ter transferido para a FRELIMO.

O António, por razões particulares, afastara-se do “Notícias da Beira” e estava na cidade para se despedir da família antes de iniciar a viagem para Lisboa, onde ingressaria no Expresso e onde se propunha licenciar-se em História. A viagem incluiria uma escala em Roma, a cidade monumental. Mas, enquanto se dirigia para Lourenço Marques, de automóvel – “ (…) numa curva, a lua surpreendeu-o…”, disse-me o Diniz –, despistou-se e morreu. Estávamos a 20 de Janeiro de 1974.

Nossa humildade insolúvel / debate-se e o silêncio ainda é / uma solução pavorosa / Primeiro eles: um fio obscuro / doba-se interminavelmente / na tua matriz/ e a clara mudez do velho (em teu louvor) / faz por dentro um barulho dos demónios” – escreveu o Sebastião Alba (ao Anton) em “Uma pedra ao lado da evidência” (1).

Quase um ano depois (em 2 de Fevereiro de 1975) o Diniz ofereceu-me “O Ritmo do Presságio” (2) que abre com uma dedicatória. – “À memória do meu irmão António”.

Agora, a Quási, ao editar “A Escrita de Anton”, com organização e um estudo introdutório por Calane da Silva, permite-nos o reencontro com o jornalista e o escritor reservado, autor de contos (3) e lendas (4), António Carneiro Gonçalves. E a possibilidade de nos determos no seu olhar “sobre tudo o que na década de 1960 e na primeira parte de 1970 se publicava nos jornais da Beira e de Lourenço Marques” (5)

Mas eu não sei se o António Carneiro Gonçalves aprovaria “A Escrita de Anton”. Mas é só uma dúvida, pessoal…

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(1) “Antologia Poética”, com selecção, apresentação e notas de Vergílio Alberto Vieira, “Campo das Letras – Editores, SA", Porto, Novembro de 2000.

(2) Colecção “O som e o sentido”, Académica, Lda., Lourenço Marques, Outubro de 1974.

(3) “Contos Recolhidos”, volume Nº. 5 da Colecção “O som e o sentido”, Académica, Lda.

(Obs.: Não tenho este volume, que terá sido editado depois de eu sair de Moçambique, em Março ou Abril de 1975.)

(4) “Contos e Lendas”, Colecção “Autores Moçambicanos”, Edições 70, Lda., Maio de 1981, Lisboa.

(5) J. H. (Jorge Heitor), suplemento “Mil Folhas”, do Público, edição de 06/06/03.

2006-06-12

Mais disparos, em Óbidos….


As distracções são fatais. Desta vez, fui eu – visivelmente sem camuflado – o alvo do disparo…

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Fotografia (ou disparo?) por José cavalheiro.

2006-06-08

Disparos...


Disparou-se muito, em Óbidos. Até com telemóveis…

Nota: Que eu saiba, nenhum de nós disparou um tiro durante os 26 meses de serviço militar em Moçambique.

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Fotografia por José Cavalheiro

Cabelos brancos


Em Óbidos, evidenciaram-se os cabelos brancos….

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Fotografia por José Cavalheiro